sexta-feira, 20 de abril de 2012

Os livros apócrifos.

                As Bíblias de edição católico-romana são compostas de 73 livros porque, desde o início do concílio de Trento em 1546; quando a igreja romana incluiu no cânon do Antigo Testamento 7 livros apócrifos, além de 4 acréscimos ou apêndices a livros canônicos, sendo assim um total de 11 escritos.
                A palavra: "apócrifo" significa literalmente "escondido, oculto", isto em referência a livros de então que tratavam de coisas secretas, misteriosas, ocultas. No sentido religioso, o termo significa "não genuíno, espúrio", desde sua aplicação por Jerônimo. Os apócrifos nunca foram reconhecidos pelos judeus como parte do cânon hebraico, jamais foram citados por Jesus, nem foram reconhecidos pela Igreja primitiva. Jerônimo, Agostinho, Atanásio e outros homens de valor dentre os primitivos cristãos, se lhes opuseram como livros inspirados.
                Os apócrifos aparecem pela primeira vez na Septuaginta, a tradução do Antigo Testamento do hebraico para o grego. Como Jerônimo traduziu a Vulgata no início do sévulo V (405 d.C.), ele incluiu os apócrifos oriundos da Septuaginta, através da Antiga versão latina de 170. porque foi ordenado, mas indicou que os mesmos não poderiam ser base de doutrinas.
                São 14 os apócrifos, 10 livros e 4 acréscimos a livros canônicos. Antes do concílio de Trento, a igreja Romana aceitava a todos, mas depois passou a aceitar 11, sendo sete livros e 4 acréscimos. A igreja Ortodoxa Grega mantém os 14 até hoje.

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