As palavras de Jesus foram reconhecidas como autoridade por Ele próprio e pelos seus apóstolos. Jesus afirmou que suas palavras tinham poder e autoridade sem igual (Jo 6:63; Is 15:3). Disse que elas não passarão (Mc 13:31) e devem ser ouvidas e obedecidas (Mt 5:21; 7:24; Jo 8:31). Os apóstolos também reconheceram a autoridade divina do seu Senhor (At 20:35; 1 Co 7:10; 11:23). em 1 Tm 5:18 temos a combinação de um versículo do Antigo Testamento (Dt 25:4) com outro do Novo Testamento (Lc 10:7), extraído dos ensinos de Jesus, sob a designação de "Escrituras". Isto confere às palavras de Cristo autoridade igual à das Escrituras do Antigo Testamento.
O TESTEMUNHO DO ESPÍRITO ACERCA DA AUTORIDADE DA BÍBLIA.
Em última análise é o testemunho do Espírito Santo no coração da pessoa que dissipa toda e qualquer dúvida quanto à origem, ao caráter e a autoridade divina da Escritura. Esse convencimento do Espírito se faz acompanhar pelo poder transformador da Palavra de Deus na vida do crente (1 Ts 2:13; 2 Tm 3:17; 1 Pd 1:23).
FONTES SECUNDÁRIAS DE AUTORIDADE.
Os cristãos tem procurado fontes secundárias de autoridade para as questões de fé. As principais são:
OS CREDOS, que são resumos das verdades cristãs que foram produzidos no primeiro século para declarar a essência da fé em uma época de confusão teológica.
AS CONFISSÕES HISTÓRICAS, que pertencem ao período da reforma e pós-reforma.
A OPINIÃO DA IGREJA, como tendência principal do entendimento cristão, indicativo da mente de Deus; a experiência cristã, o raciocínio cristão e a consciência, como a voz do Espírito Santo.
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